V SEMANA DA QUARESMA (Roxo, Prefácio da Paixão I Ofício do Dia)
SAUDAÇÃO
PE: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo.
T: Amém!
PE: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria
e paz em nossa fé pela ação do Espírito Santo, estejam convosco!
T: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
PE: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrar
dignamente os santos mistérios.
(momento de silêncio) Confessemos
os nossos pecados:
T: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que
pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no
peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos
Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor.
PE: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os
nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
T: Amém!
PE: Senhor, tende piedade de nós.
T: Senhor, tende piedade de nós.
PE: Cristo, tende piedade de nós.
T: Cristo, tende piedade de nós.
PE: Senhor, tende piedade de nós.
T: Senhor, tende piedade de nós.
ORAÇÃO DO DIA
PE: Oremos: Ó Deus, que pela vossa graça inefável nos
enriqueceis de todos os bens, concedei-nos passar da antiga à nova vida,
preparando-nos assim para o reino da glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo,
Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
T: Amém!
LITURGIA DA PALAVRA
Leitura (Daniel
13,1-9.15-17.19-30.33-62 ou 41-62)
Leitura da profecia de Daniel.
(forma breve)
Naqueles dias, confiando nesses homens, que eram
anciãos e juízes do povo, condenaram Suzana à morte.
Então ela exclamou bem alto: "Deus eterno, vós que penetrais os segredos, que conheceis os acontecimentos antes que aconteçam,
sabeis que isso é um falso testemunho que levantaram contra mim. Vou morrer, sem nada ter feito do que maldosamente inventaram de mim".
Deus ouviu sua oração.
Como a levassem para a morte, o Senhor suscitou o espírito íntegro de um adolescente chamado Daniel,
que proclamou com vigor: "Sou inocente da morte dessa mulher!"
Todo mundo virou-se para ele: "O que significa isso?", perguntaram-lhe.
Então, no meio de um círculo que se formava, disse: "Israelitas, estais loucos! Eis que condenais uma israelita sem interrogatório, sem conhecer a verdade!
Recomeçai o julgamento, porque é um falso testemunho a declaração desses dois homens contra ela".
O povo apressou-se em voltar. Os anciãos disseram a Daniel: "Vem sentar conosco e esclarece-nos, pois Deus te deu o privilégio da velhice!"
"Separai-os um do outro", exclamou Daniel, "e eu os julgarei". Foram separados.
Então Daniel chamou o primeiro e disse-lhe: "Velho perverso! Eis que agora aparecem os pecados que cometeste outrora em julgamentos injustos,
condenando os inocentes e absolvendo os culpados; no entanto, é Deus quem diz: ‘não farás morrer o inocente e o íntegro’.
Vamos! Se realmente a viste, dize-nos debaixo de qual árvore os viste juntos?" "Debaixo de um lentisco", respondeu.
"Ótimo!", continuou Daniel, "eis a mentira, que pagarás com tua cabeça. Eis aqui o anjo do Senhor que, segundo a sentença divina, vai dividir teu corpo pelo meio".
Afastaram o homem. Daniel mandou vir o outro e disse-lhe: "Filho de Canaã! Tu não és judeu: foi a beleza que te seduziu, e a concupiscência que te perverteu.
Foi assim que sempre fizeste com as filhas de Israel, as quais, por medo, entravam em relação convosco. Mas eis uma filha de Judá que não consentiu no vosso crime.
Vamos, dize-me sob qual árvore os surpreendeste em intimidade". "Sob um carvalho".
"Ótimo!", respondeu Daniel, "tu também proferiste uma mentira que vai te custar a vida. Eis aqui o anjo do Senhor, que empunha a espada, prestes a serrar-te pelo meio para te fazer perecer".
Logo a assembleia se pôs a clamar ruidosamente e a bendizer a Deus por salvar aqueles que nele põem sua esperança.
Toda a multidão revoltou-se então contra os dois anciãos os quais, por suas próprias declarações, Daniel provou terem dado falso testemunho.
De acordo com a lei de Moisés, aplicaram o tratamento que tinham querido infligir ao seu próximo: foram mortos. Assim, naquele dia, foi poupada uma vida inocente.
Então ela exclamou bem alto: "Deus eterno, vós que penetrais os segredos, que conheceis os acontecimentos antes que aconteçam,
sabeis que isso é um falso testemunho que levantaram contra mim. Vou morrer, sem nada ter feito do que maldosamente inventaram de mim".
Deus ouviu sua oração.
Como a levassem para a morte, o Senhor suscitou o espírito íntegro de um adolescente chamado Daniel,
que proclamou com vigor: "Sou inocente da morte dessa mulher!"
Todo mundo virou-se para ele: "O que significa isso?", perguntaram-lhe.
Então, no meio de um círculo que se formava, disse: "Israelitas, estais loucos! Eis que condenais uma israelita sem interrogatório, sem conhecer a verdade!
Recomeçai o julgamento, porque é um falso testemunho a declaração desses dois homens contra ela".
O povo apressou-se em voltar. Os anciãos disseram a Daniel: "Vem sentar conosco e esclarece-nos, pois Deus te deu o privilégio da velhice!"
"Separai-os um do outro", exclamou Daniel, "e eu os julgarei". Foram separados.
Então Daniel chamou o primeiro e disse-lhe: "Velho perverso! Eis que agora aparecem os pecados que cometeste outrora em julgamentos injustos,
condenando os inocentes e absolvendo os culpados; no entanto, é Deus quem diz: ‘não farás morrer o inocente e o íntegro’.
Vamos! Se realmente a viste, dize-nos debaixo de qual árvore os viste juntos?" "Debaixo de um lentisco", respondeu.
"Ótimo!", continuou Daniel, "eis a mentira, que pagarás com tua cabeça. Eis aqui o anjo do Senhor que, segundo a sentença divina, vai dividir teu corpo pelo meio".
Afastaram o homem. Daniel mandou vir o outro e disse-lhe: "Filho de Canaã! Tu não és judeu: foi a beleza que te seduziu, e a concupiscência que te perverteu.
Foi assim que sempre fizeste com as filhas de Israel, as quais, por medo, entravam em relação convosco. Mas eis uma filha de Judá que não consentiu no vosso crime.
Vamos, dize-me sob qual árvore os surpreendeste em intimidade". "Sob um carvalho".
"Ótimo!", respondeu Daniel, "tu também proferiste uma mentira que vai te custar a vida. Eis aqui o anjo do Senhor, que empunha a espada, prestes a serrar-te pelo meio para te fazer perecer".
Logo a assembleia se pôs a clamar ruidosamente e a bendizer a Deus por salvar aqueles que nele põem sua esperança.
Toda a multidão revoltou-se então contra os dois anciãos os quais, por suas próprias declarações, Daniel provou terem dado falso testemunho.
De acordo com a lei de Moisés, aplicaram o tratamento que tinham querido infligir ao seu próximo: foram mortos. Assim, naquele dia, foi poupada uma vida inocente.
Palavra do Senhor.
T: Graças
a Deus.
Salmo Responsorial 22/23
Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,
nenhum mal eu temerei, estais comigo.
O Senhor é o pastor que me conduz;
não me falta coisa alguma.
Pelo prados e campinas verdejantes
ele me leva a descansar.
Para as águas repousantes me encaminha
e restaura as minhas forças.
ele me guia no caminho mais seguro,
pela honra do seu nome.
Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,
nenhum mal eu temerei.
Estai comigo com bastão e com cajado,
eles me dão a segurança!
Preparais à minha frente uma mesa,
bem à vista do inimigo;
com óleo vós ungis minha cabeça,
e o meu cálice transborda.
Felicidade e todo bem hão de seguir-me
por toda a minha vida;
e na casa do Senhor habitarei
pelos tempos infinitos.
nenhum mal eu temerei, estais comigo.
O Senhor é o pastor que me conduz;
não me falta coisa alguma.
Pelo prados e campinas verdejantes
ele me leva a descansar.
Para as águas repousantes me encaminha
e restaura as minhas forças.
ele me guia no caminho mais seguro,
pela honra do seu nome.
Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,
nenhum mal eu temerei.
Estai comigo com bastão e com cajado,
eles me dão a segurança!
Preparais à minha frente uma mesa,
bem à vista do inimigo;
com óleo vós ungis minha cabeça,
e o meu cálice transborda.
Felicidade e todo bem hão de seguir-me
por toda a minha vida;
e na casa do Senhor habitarei
pelos tempos infinitos.
Evangelho (João 8,1-11)
Glória a
vós, Senhor Jesus, primogênito dentre os mortos!
Não quero a morte do pecador, diz o Senhor, mas que ele volte, se converta e tenha vida (Ez 33,11).
Não quero a morte do pecador, diz o Senhor, mas que ele volte, se converta e tenha vida (Ez 33,11).
PE: O Senhor esteja convosco!
T: Ele está no meio de nós!
PE: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. +++
PE: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. +++
T: Glória a Vós, Senhor!
Naquele tempo, dirigiu-se Jesus para o monte das Oliveiras.
Ao romper da manhã, voltou ao templo e todo o povo veio a ele. Assentou-se e começou a ensinar.
Os escribas e os fariseus trouxeram-lhe uma mulher que fora apanhada em adultério.
Puseram-na no meio da multidão e disseram a Jesus: "Mestre, agora mesmo esta mulher foi apanhada em adultério.
Moisés mandou-nos na lei que apedrejássemos tais mulheres. Que dizes tu a isso?"
Perguntavam-lhe isso, a fim de pô-lo à prova e poderem acusá-lo. Jesus, porém, se inclinou para a frente e escrevia com o dedo na terra.
Como eles insistissem, ergueu-se e disse-lhes: "Quem de vós estiver sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra".
Inclinando-se novamente, escrevia na terra.
A essas palavras, sentindo-se acusados pela sua própria consciência, eles se foram retirando um por um, até o último, a começar pelos mais idosos, de sorte que Jesus ficou sozinho, com a mulher diante dele.
Então ele se ergueu e vendo ali apenas a mulher, perguntou-lhe: "Mulher, onde estão os que te acusavam? Ninguém te condenou?"
Respondeu ela: "Ninguém, Senhor". Disse-lhe então Jesus: "Nem eu te condeno. Vai e não tornes a pecar".
Palavra da Salvação.
T: Glória a Vós, Senhor!
HOMILIA
OFERTÓRIO
PE: Orai, Irmãos, para que o nosso sacrifício seja
aceito por Deus Pai Todo-Poderoso.
T: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para
glória do Seu Nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
PE: Concedei-nos, ó Deus, que, ao celebrarmos os
santos mistérios, apresentemos como fruto da penitência corporal a alegria e a
pureza do espírito. Por Cristo, nosso Senhor.
T: Amém!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
(Prefácio da Paixão I)
PE: O Senhor esteja convosco.
T: Ele está no meio de nós.
PE: Corações ao alto.
T: O nosso coração está em Deus.
PE: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
T: É nosso dever e nossa salvação
PE: Na verdade é justo e necessário,
É nosso dever e salvação
Dar-vos graças,
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso,
O universo inteiro,
Salvo pela Paixão de vosso Filho,
Pode proclamar à vossa misericórdia.
Pelo poder radiante da cruz,
Vemos com clareza o julgamento do mundo E a vitória de Jesus crucificado.
Por ele, com os anjos e todos os santos,
Nós vos louvamos, dizendo a uma só voz:
É nosso dever e salvação
Dar-vos graças,
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso,
O universo inteiro,
Salvo pela Paixão de vosso Filho,
Pode proclamar à vossa misericórdia.
Pelo poder radiante da cruz,
Vemos com clareza o julgamento do mundo E a vitória de Jesus crucificado.
Por ele, com os anjos e todos os santos,
Nós vos louvamos, dizendo a uma só voz:
T: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu
e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em
nome do Senhor! Hosana nas alturas!
PE: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda
santidade. Santificai, (todos se
ajoelham) pois, estas oferendas, derramando
sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo + e o
Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
T: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
PE: Estando para ser entregue e abraçando livremente a
paixão, ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos,
dizendo:
(o celebrante eleva a hóstia a vista de
todos)
Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos, dizendo:
(o celebrante eleva o cálice a vista de todos)
Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos, dizendo:
(o celebrante eleva o cálice a vista de todos)
Eis o mistério da fé!
T: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a
vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
(todos de pé)
PE: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição
do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da
salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa
presença e vos servir.
T: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
PE: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e
Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
T: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
PE: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz
presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Pio, com o
nosso bispo Hery e todos os ministros do vosso povo.
T: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
PE: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que
morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida:
acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
T: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
PE: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós
e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com São
José, seu esposo, (vênia) com os santos apóstolos e todos os que neste mundo
vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso
Filho.
T: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
PE: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai
todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória,
agora e para sempre.
T: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
PE: Rezemos com amor e confiança a oração que o Senhor
nos ensinou:
T: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
PE: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje
a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a
vinda de Cristo salvador.
T: Vosso é o Reino, o poder e a glória para sempre!
ORAÇÃO PELA PAZ
PE: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos
apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos
pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a
paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
T: Amém!
PE: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
T: O amor de Cristo nos uniu.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado
do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado
do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado
do mundo, dai-nos a paz.
PE: Felizes
os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado
do mundo.
T: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO
PE: Oremos: Revigorados, ó Deus, pelos benefícios
deste sacramento, nós vos pedimos que ele nos purifique sempre dos vícios, pra
que, seguindo a Cristo, corramos ao vosso encontro. Por Cristo, nosso Senhor.
T: Amém!
BENÇÃO FINAL
PE: O Senhor esteja convosco!
T: Ele está no meio de nós!
PE: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e
Filho + e Espírito Santo!
T: Amém!
PE: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
T: Graças a Deus.
Já na sacristia:
PE: Bendigamos ao Senhor!
T: Demos graças a Deus!
